sábado, 24 de maio de 2008

Israel 60 Anos

Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisa semelhante? Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Ou nasce uma nação de uma só vez? Pois Sião, antes que lhe viessem as dores, deu à luz seus filhos”. (Isaías 66:8)

Jerusalém

Quem merece receber parabéns pelos sessenta anos do Estado de Israel? De uma maneira geral, muitos são dignos de ser congratulados: o povo de Israel, a Organização das Nações Unidas, o brasileiro Osvaldo Aranha, todos aqueles que participaram daquela histórica assembléia da ONU, que votou pela criação de um Estado soberano para os filhos de Israel, na Terra a eles destinada pelo Senhor. Parabéns, ainda, aos israelenses que continuaram crendo nas promessas do Deus de Israel, mesmo passando por terríveis provações. Todos esses, e muitos outros que não cito agora, merecem ser felicitados.



HISTÓRIA DE ISRAEL

A história judaica começou há mais ou menos 4000 anos (c. séc. XVII a.C.) - com o patriarca Abraão, seu filho Isaque e seu neto - Jacó.


O Êxodo e o assentamento

Após 400 anos de servidão, os israelitas foram conduzidos à Terra de Israel e todos os anos celebram as festas de Pessach (a Páscoa judaica), Shavuot (Pentecostes) e Sucot (Festa dos Tabernáculos) relembrando os eventos ocorridos naquela época.

A Monarquia

O reinado de Saul permitiu a transição entre a organização tribal já frouxa e o pleno estabelecimento da monarquia, sob David, seu sucessor. Davi unificou as doze tribos israelitas num só reino e estabeleceu a capital de Jerusalém. Salomão garantiu a paz para o seu reino e a construção do Templo de Jerusalém.

A Monarquia dividida

Após a morte de Salomão (930 a.C.), ocorreu a cisão das tribos do norte e a divisão do país em dois reinos: o reino setentrional de Israel, formado pelas dez tribos do Norte, e o reino meridional de Judá, no território das tribos de Judá e Benjamim.

Primeiro Exílio (586 - 538 a.C.)

O exílio na Babilônia, que se seguiu à destruição do Primeiro Templo, marcou o início da Diáspora Judaica.

Dominação Estrangeira
Os Períodos Persa e Helenístico (538-142 a.C.)

Durante quatro séculos, os judeus viveram sob diferentes graus de autonomia sob o domínio persa (538-333 a.C.) e helenístico - ptolemaico e selêucida
(332-142 a.C.)

A Dinastia dos Hasmoneus
( 142-63 a.C.)


Sob a dinastia dos Hasmoneus durante 80 anos, o regime atingiu consolidação política e a vida judaica floresceu.

O Domínio Romano
(63 - 313 a.C.)


Quando os romanos substituíram os selêucidas, eles concederam ao rei Hasmoneus Hircano a II autoridade limitada. Após a derrota dessa dinastia por Matatias Antígono, ocorreu o fim do governo dos Hasmoneus (40 a.C.) e o país tornou-se, então, uma província do Império Romano.

O Domínio Bizantino
(313-646 d.C.)


No final do século IV, após a conversão do imperador Constantino ao cristianismo e a fundação do Império Bizantino, a Terra de Israel se tornara um país predominantemente cristão.

Domínio Árabe (639-1099 d.C.)

A conquista do país pelos árabes ocorreu quatro anos após a morte de Maomé (632 d.C.) e durou mais de quatro séculos, sob o governo de Califas.

Os Cruzados (1099-1291 d.C.)

Nos 200 anos seguintes, o país foi dominado pelos Cruzados que, atendendo a um apelo do Papa Urbano II, partiram da Europa para recuperar a Terra Santa das mãos dos “infiéis”. O domínio cruzado sobre o país chegou ao fim com a derrota final frente aos mamelucos (1291 d.C.).

O Domínio Mameluco (1291-1516 d.C.)

Sob o domínio mameluco, o país tornou-se uma província atrasada, cuja sede de governo era em Damasco. O período de decadência sob os mamelucos foi obscurecido ainda por revoltas políticas e econômicas, epidemias, devastação por gafanhotos e terríveis terremotos.

O Domínio Otomano (1517-1917 d.C)

Após a conquista otomana, em 1517, o país foi dividido em quatro distritos, ligados administrativamente à província de Damasco.

O Domínio Britânico (1918-1948)

Em julho de 1922, a Liga das Nações confiou à Grã-Bretanha o mandato sobre a Palestina.

O Estado de Israel - 1948

Com a resolução da ONU de 19 de novembro de 1947, em 14 de maio de 1948, data em que terminou o Mandato Britânico, a população judaica na Terra de Israel era de 650.000 pessoas, formando uma comunidade organizada, com instituições políticas, sociais e econômicas bem desenvolvidas.


Apenas três anos após a cruel tentativa de Adolf Hitler exterminar o povo judeu, o Estado de Israel foi estabelecido em 29 de novembro de 1947, naquela votação inédita. Seis meses depois, em 14 de maio de 1948, pela persistência e firmeza dos que criam que aquela terra lhes pertencia, foi fundado o Estado judeu.


Como esse assunto é mais espiritual do que político, as nações árabes se uniram para rejeitar o plano e atacaram a recém criada nação. Foi a Guerra da Independência, vencida heroicamente pelo povo da promessa.


A principal palavra de agradecimento, de louvor, de exaltação e de honras, portanto, deve ser dada ao Fiel e Imutável, Deus Eterno, que fez a promessa a Abraão e a sua posteridade depois dele e, no tempo devido, a nossa geração viu o cumprimento dessa promessa. Deus é fiel e não falha jamais, nem retarda Suas promessas, ainda que alguns a tenham por tardia. (II Pedro 3:9)


A Declaração da Independência de Israel define que esse Estado será baseado na liberdade, justiça e paz, de acordo com as visões dos profetas de Israel; ele vai assegurar completa igualdade de direitos sociais e políticos de todos os habitantes, independente de religião, raça ou sexo; A Declaração diz que o Estado garantirá a liberdade religiosa, de consciência, de linguagem, educação e cultura; garantirá também os lugares santos de todas religiões e será fiel aos princípios da Carta das Nações Unidas.


Diz ainda o seu texto que Israel estenderá a mão a todos os países vizinhos para a construção, juntos, de um futuro de paz e prosperidade na região. Os princípios de direitos humanos e de direitos civis em que se fundamenta essa Carta Magna têm prevalecido garantindo a força da democracia de Israel.


David Ben Gurion

É interessante que se diga que a Resolução 181 da ONU, de novembro de 1947 estipulou o estabelecimento de dois estados na região chamada de Palestina – um judeu e um árabe. Os árabes rejeitaram a Resolução para que não fosse implementada, e cinco países iniciaram uma guerra, que ficou conhecida como Guerra da Independência, antes mesmo da completa retirada das forças britânicas. Em pleno curso dessa guerra, David Ben Gurion leu a Declaração que estipulava: “o estabelecimento de um Estado Judeu, em Eretz Israel, com o nome de Estado de Israel”. Essa mesma Resolução estabelece a Lei do Retorno, que permite a qualquer judeu, que viva em outras nações, de voltar a sua terra e ali receber cidadania.


Dois povos, o mesmo direito outorgado a ambos – um recebeu, o outro preferiu rejeitar e buscar a guerra. Um recebeu o pouco que lhe estava sendo dado, creu e se estabeleceu e tem feito o deserto florescer; o outro até hoje guerreia e insufla outros contra aquele povo que tem feito do seu país, um lugar de prosperidade e que jamais será destruído, pois foi o Deus de Israel que assim decidiu.


Em toda a história deste povo, vemos a fidelidade e o cuidado de Deus ao cumprir as Suas promessas. Hoje o Estado de Israel comemora 60 anos, como prova de que o Deus Eterno verdadeiramente tem fortalecido e guiado o povo que escolheu como Seu. O Todo Poderoso continuará cumprindo cada uma das promessas à Nação que é descendência de Abraão, amigo de Deus.


Pra. Ana Tereza Ribeiro de Souza
Administradora da Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém



ISRAEL - Fatos históricos

Declaração de Balfour

No ano 5657 (1897), nas conferências do pai espiritual do Estado Judeu, Theodore Herzl, o Primeiro Congresso Sionista delineou e proclamou o direito de o povo judeu fazer renascer o seu próprio país. Este direito foi reconhecido na Declaração Balfour no dia 2 de novembro de 1917 e reafirmado no Mandato da Liga das Nações que, em particular, deu sanção internacional para a conexão histórica entre o povo judeu e Eretz-Israel e o direito de o povo judeu reconstruir o seu Lar Nacional.
----------------------------------------------------------------------------

Holocausto

O Holocausto consistiu pôr em prática um plano de genocídio da população Judaica. Em 30 de Janeiro de 1933, Hitler chega ao poder e instala na Alemanha uma ditadura absoluta, que era alimentada por uma ideologia nazi-racista: só existe uma raça superior - a raça ariana. Estima-se que seis milhões de judeus foram dizimados por meio das mais diversas atrocidades ocasionadas pelos nazistas em campos de concentração.
---------------------------------------------------------------------------

Osvaldo Aranha

No dia 29 de novembro de 1947, a Assembéia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução do estabelecimento de um Estado Judeu em Eretz-Israel; a Assembéia Geral requereu aos habitantes de Eretz-Israel tomarem as medidas necessárias para a implementação desta resolução. Este reconhecimento das Nações Unidas pelo direito de o povo judeu estabelecer o seu Estado é irrevogável. O diplomata brasileiro Osvaldo Euclides de Sousa Aranha presidiu a Assembléia Geral da ONU, e, com o voto de minerva, foi responsável pela aprovação do plano de partilha dos territórios da Palestina para a criação do Estado Israelense.
----------------------------------------------------------------------------

Guerra dos seis dias

A Guerra dos Seis Dias foi um conflito armado entre Israel e a frente árabe, formada por Egito, Jordânia e Síria, apoiados pelo Iraque, Kueit, Arábia Saudita, Argélia e Sudão, que ocorreu no período de 5 a 10 de junho de 1967. Israel derrotou três exércitos árabes e tomou a Península do Sinai e a Faixa de Gaza, do Egito; a Cisjordânia, inclusive o setor oriental de Jerusalém, da Jordânia; e as Colinas do Golã, da Síria.
----------------------------------------------------------------------------

Guerra do Yom Kippur

A Guerra do Yom Kipur também conhecida como Guerra Israelo-Árabe, ocorreu no período de 6 a 26 de Outubro de 1973 entre uma coalizão de estados árabes liderados por Egito e Síria contra Israel. A guerra começou com um ataque conjunto surpresa pelo Egito e Síria no feriado judaico de Yom Kipur. Egito e Síria cruzaram as linhas de cessar-fogo no Sinai e na Colinas do Golã, respectivamente, que haviam sido capturados por Israel em 1967 durante a Guerra dos Seis Dias.

Apóstolos do MIR participam de evento na ONU


Reunindo judeus e evangélicos, eventos em Nova Iorque mobilizam os cristãos a orarem pela paz de Israel


Nos dias 15 e 16 de maio, os Apóstolos Renê Terra Nova, Marcel Alexandre e Arão Amazonas participaram de dois importantes eventos realizados na sede da ONU e na Embaixada Israelense, em Nova Iorque.

O jantar na ONU foi promovido pela Eagle’s Wings, com o objetivo de reunir autoridades políticas e religiosas ligadas a Israel e grandes nomes do meio evangélico dos Estados Unidos, América do Sul, Europa e Israel.

Estavam presentes Embaixadores, rabinos, professores de Universidades em Jerusalém, dentre eles Asaf Sharif, Cônsul Geral de Israel em Nova York; Rabbi Shlomo Riskin, fundador e chefe do rabinato de Efrata, Israel, Educador, escritor e preletor internacional, fundador e chanceler do Ohr Torah Stone College and Graduate Programs; Morton Klein, Presidente Nacional da Organização Sionista da América; Rabbi Dr. Geral Meister, ex-conselheiro cristão de Israel para o Ministério do Exterior do Estado de Israel.

Dentre a liderança evangélica, estava Robert Stearns, Diretor Executivo do Eagle s Wings, Instituição Americana Cristãos Unidos por Israel; John Hagee, fundador e Presidente da Cornestone Church in San Antonio, Texas, uma igreja de mais de 19 mil pessoas e um dos mais respeitados líderes americanos por sua postura política de amor a Sião; Paula White, Pastora e preletora internacioal, além de apresentadora de programa evangélico transmitido em mais de 150 países pelo mundo.

No local estratégico onde grandes decisões mundiais são tomadas, a ONU, os Apóstolos Renê Terra Nova, Marcel Alexandre e Arão Amazonas, se juntaram a inúmeros líderes evangélicos de diversos países para orarem por Jerusalém e apresentarem propostas para atividades mais impactantes e ações mais efetivas em prol do povo Judeu e do Estado de Israel.

As lideranças hebraicas têm entendido que os cristãos evangélicos no mundo inteiro têm servido de apoio integral ao povo judeu. Eles olham hoje os evangélicos como aqueles que podem apoiar diretamente o Estado de Israel através de suas várias representatividades sociais, políticas e redes de influências por todo o mundo.

Tudo isso baseados em determinados princípios, como por exemplo, a crença no mesmo Deus. Tal como os judeus, os cristãos crêem no Deus de Abraão, Isaque e Jacó; crêem num Deus de amor e não de ódio; crêem que Jerusalém é a capital religiosa do povo judeu, única e indivisível. Com tais pensamentos semelhantes, judeus e cristãos evangélicos tornam-se mais fortes e unidos em prol de uma mesma causa que agrada a Deus.

“Deus nos honrou com o privilégio de estarmos fazendo história junto às lideranças mundiais nas decisões de ordem espiritual que afetarão as futuras gerações de cristãos e judeus que cada dia mais se unem em torno dos mesmos propósitos, movidos pelo mesmo Deus, que determina a bênção dEle sobre Seu povo”, declarou o Apóstolo Terra Nova





quinta-feira, 1 de maio de 2008

Pode nascer uma nação em um dia?


“Antes que estivesse de parto, deu à luz; antes que lhe viessem as dores, deu à luz um menino. Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos. (Isaías 66:6-8)

Estamos em avivamento. Deus me disse que este ano, 2008, teremos uma colheita sem medidas. Ninguém poderá medir a colheita que Deus nos dará, será sem medida.

A Bíblia diz que devemos segurar firmemente a confissão da nossa esperança porque o Deus que faz a promessa é Fiel. “Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.”(Hebreus 10:23).Temos retido firme a nossa confissão e crido que a Igreja de Cristo fará uma colheita dirigida pelo Espírito Santo. Este é o mover do Espírito para estes dias.A onda do Espírito está vindo sobre a Nação, o Estado, a cidade, o bairro, a família...

“Antes que estivesse de parto, deu à luz; antes que lhe viessem as dores, deu à luz um menino. Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos. Abriria eu a madre, e não geraria? diz o Senhor; geraria eu, e fecharia a madre? Diz o teu Deus. Regozijai-vos com Jerusalém, e alegrai-vos por ela, vós todos os que a amais; enchei-vos por ela de alegria, todos os que por ela pranteastes. Para que mameis, e vos farteis dos peitos das suas consolações; para que sugueis, e vos deleiteis com a abundância da sua glória. Porque assim diz o Senhor: Eis que estenderei sobre ela a paz como um rio, e a glória dos gentios como um ribeiro que transborda; então mamareis, ao colo vos trarão, e sobre os joelhos vos afagarão como alguém a quem consola sua mãe, assim eu vos consolarei; e em Jerusalém vós sereis consolados. E vós vereis e alegrar-se-á o vosso coração, e os vossos ossos reverdecerão como a erva tenra; então a mão do Senhor será notória aos seus servos, e ele se indignará contra os seus inimigos.” (Isaías 66:6-14)

Que palavra tremenda essa descrita em Isaías 66, é uma palavra poderosa para a sua vida. Deus fará nascer depressa algo poderoso no seu ministério. O seu ministério crescerá como nunca. Nasceu um Brasil movido nos dons do Espírito. Pranteamos e choramos por 8 anos. No dia 19 de Abril de 2000, foi emitido o decreto de que estava nascendo uma nova Nação. Em 2005, foi profetizado que Em 2008, o Brasil seria outro e Em 2010, o Brasil estaria aos pés de Jesus e assim será.

No Brasil, os atalaias não se calaram nem de dia nem de noite. É possível nascer uma Nação em um só dia, basta entrar a ação de Deus. E isso em relação a sua família, ao seu Estado, a tudo. Na boca de Yeshua está o sim e o amém.

Nestes dias que passamos dentro do útero da Nação, ouvimos notícias relevantes. Cremos que este é o ano e o tempo de vermos o filho chamado Brasil nascer cheio das perspectivas do Senhor. Verdadeiramente uma Nação movida nos dons do Espírito.

Por que uma Nação pode nascer em um só dia? Porque Deus gosta de fazer milagres. Ele tem um milagre à sua disposição para realizar em sua vida. Deus gosta de honrar a Sua aliança e derramar da Sua glória.

Em Isaías 66:19-22, Deus diz que há nações que não conhecem da Sua glória, mas a Nação que Ele escolher a conhecerá. “E porei entre eles um sinal, e os que deles escaparem enviarei às nações, a Társis, Pul, e Lude, flecheiros, a Tubal e Javã, até às ilhas de mais longe, que não ouviram a minha fama, nem viram a minha glória; e anunciarão a minha glória entre os gentios. E trarão a todos os vossos irmãos, dentre todas as nações, por oferta ao Senhor, sobre cavalos, e em carros, e em liteiras, e sobre mulas, e sobre dromedários, trarão ao meu santo monte, a Jerusalém, diz o Senhor; como quando os filhos de Israel trazem as suas ofertas em vasos limpos à casa do Senhor. E também deles tomarei a alguns para sacerdotes e para levitas, diz o Senhor. Porque, como os novos céus, e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o SENHOR, assim também há de estar a vossa posteridade e o vosso nome.” (Isaías 66:19-22)

Creio que o Brasil contemplará a glória do Senhor, pois Deus olha para a aliança e cumpre a Sua Palavra. Faz parte de Deus derramar da Sua glória. O Brasil não é Nação de homens, mas de Deus. A Palavra diz que com a medida que abençoamos somos abençoados e em 1948, Deus usou Oswaldo Aranha para devolver Israel para a sua casa e por isso Deus nos abençoará com a mesma medida.

Deus causará uma confusão no arraial dos amalequitas e dos midianitas, e a Nação dEle ficará de pé. Há muitos incircuncisos que Deus removerá. Deus removerá todos aqueles que falam do sobrenatural, mas ainda não experimentaram do sobrenatural que o Senhor tem reservado para eles. O sobrenatural de Deus tem várias marcas:

1. Sem dor

O nascimento de uma Nação sem dor. Isso é sobrenatural. Assim será com a nossa Nação, o Brasil, porque Deus está no governo.

2. Sem sofrimento

A herança nascerá sem sofrimento. Veremos o filho sem sofrimento. Todos estão vendo o que está acontecendo, até os insensatos. Nossa Nação estará, até 2010, aos pés do Senhor Jesus. E em todos os territórios verão o que o Messias está fazendo em nosso meio.

O Brasil será visto por todos. Em breve não haverá mais inflação, favelas, pobreza. Tudo isso porque os Profetas do avivamento estão se levantando para erradicar a pobreza, a ruína, a miséria. Nasceu um Brasil novo.

Muitos ficarão assustados com o que Deus fará, pois Ele quer um novo Brasil. Nós sonhamos com isso, somos sonhadores. A unção que há sobre nós é de sobrenatural.Alegre-se e se regozije com tudo o que o Senhor está fazendo. Alegria é de fora para dentro; regozijo é uma alegria de dentro para fora. E Deus quer que o Seu povo se alegre e se regozije. A alegria do Senhor é a nossa força.

Deus não quer o Seu povo com confissão dúbia nem líderes amargurados ou em pecado, mas na alegria do Reino que traz libertação e nos faz andar no sobrenatural, em linha com a Palavra do Senhor.

O sentimento do Brasil novo provocará essa alegria do Reino.Tire os olhos da notícia do mundo e fique com a notícia divina.A notícia de Deus sempre sobrepujará a notícia da mídia. Deus instala um tempo novo na vida de todos os que receberem.Os decretos do passado serão anulados, em nome de Jesus.Céus novos e novas inscrições sobre a sua cabeça, assim como palavras de mudanças e caminhos novos sobre o povo de Deus.

Construa um Brasil novo.Uma Nação em um só dia.Os que amam a Nação verão o que Deus fará no Brasil.Os que amam proclamam o amor para libertar e transformar. Deus está limpando a nossa Nação. Precisamos resgatar nossa memória cívica e fazer um discurso de mudança através dos sacerdotes e Profetas de avivamento.O Brasil conta com você!